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Dono da JBS faz delação, viaja para States e Brasil continua na era da instabilidade

Mesmo querendo passar ar de normalidade Governo Temer vive pior momento político e enfrenta crise não só na base aliada, mas também na continuidade das votações das Reformas da Previdência e da Trabalhista, bandeiras amplamente defendidas pelo peemedebista, que depois de negar renúncia declarou em alto e bom som que as votações continuariam. Porém, a resistência é grande. A oposição marca terreno e a população foi às ruas para pedir a saída do presidente e a realização de eleições diretas.

O pai das reformas

Passamos tantos anos discutindo sobre a necessidade urgente e premente de reformas, essencialmente na seara política e na tributária, que parece ter sido de repente atendida, mas tudo de maneira muito precipitada. O país vive um turbilhão de emoções, a cada dia uma nova denúncia. Os jornais praticamente se transformaram em depoimento de delatores, não se fala em outra coisa além da Lava Jato e de seus desdobramentos. Então, como ficar antenado no que pretendem mudar em nossa legislação?

Para que serve o Estado?

Essa é uma pergunta intrigante, quase uma provocação diante do descaso, da inoperância e incompetência de diversos setores públicos. Vemos diariamente diante de nossos olhos uma população abandonada, que precisa procurar prover seu sustento em meio a uma guerra silenciosa, mas onde pais, filhos, irmãos, chefes de famíiia morrem. Isso desperta um sentimento de revolta, de incapacidade.

Paraná precisa ser passado a limpo

A CPI da Corrupção na Assembleia Legislativa do Paraná ficou para depois, talvez para dia de São Nunca, mas isso pode representar uma mudança radical nas cadeiras do Poder Legislativo nas próximas eleições. Há tempos que a Casa de Leis parece ter um papel secundário e não se apresenta como um órgão de fiscalização, mas apenas referenda as leis que brotam do Poder Executivo.

Carta do procurador Eugênio Aragão a Deltan

Meu caro colega Deltan Dallagnol, “Denn nichts ist schwerer und nichts erfordert mehr Charakter, als sich in offenem Gegensatz zu seiner Zeit zu befinden und laut zu sagen: Nein.”

Brasil e a tonga da mironga do kabuletê

Não vivemos mais à época da ditadura quando foi escrita a letra da música "A tonga da mironga do kabuletê" de Vinicius de Moraes e Toquinho, porém são tempos difíceis, com excrescências e incoerências. Vivemos tempos de protesto político constante contra todos esses atos espúrios. Quem um dia imaginaria que estaríamos nessas condições? As nossas instituições tão desacreditadas.

Richa não cumpre acordo com funcionalismo e cria passivo sem precedentes ao PR

Entornou de vez o caldo, se não bastasse o massacre dos professores em plena praça pública em Curitiba, agora pra fechar com chave de ouro o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB) decidiu não cumprir acordo que deu fim à greve no ano passado, com a concessão da reposição inflacionária de 2016 em janeiro de 2017 e o cumprimento da data base no mês habitual. Mas, isso ficou só na promessa e depois de ter sido aprovada uma lei com essas bases, os deputados do Paraná votaram nesta semana outra em sentido contrário, deixando a reposição para o dia em que der.

Estudante de 16 anos dá aula de cidadania e política a deputados do PR

Com a morte de um jovem de 16 anos pessoas mal intencionadas começaram a usar para deslegitimar o Movimento Ocupa Paraná, no qual estudantes tomaram as escolas em protesto à PEC 241 e à Medida Provisória que trata de alterações no ensino médio.

"Que Brasil que nós queremos?"

Essa é a pergunta do vídeo feito por artistas brasileiros e que deve também estar ecoando na cabeça de cada brasileiro a se deparar com os desdobramentos da novela política, que parece não ter fim. Agora estamos diante da Proposta de Emenda à Constituição 241 que estorou em todo o país manifestações contrárias. Escolas no Paraná estão ocupadas. Paralelamente, a isso, o Governo Richa começa um embate com o funcionalismo não querendo honrar com o que foi acertado para acabar com a greve. Então, professores cruzaram os braços. Vivemos no final do ano, o caos.

Agora pode, Senado libera pedaladas fiscais

Se fosse hoje Dilma Rousseff não teria sofrido um impeachment, pois o Senado Federal sancionou uma lei que flexibiliza as regras para a abertura de créditos suplementares sem a necessidade de autorização do Congresso Nacional. A prática ficou conhecida como uma das "pedaladas fiscais" que embasaram a o processo de impeachment contra o governo do PT.

Brasil de presidencialismo a semi-parlamentarismo

A discussão maior em torno do impeachment da presidente Dilma é se trata de um golpe ou não. Os juristas alegam que tudo foi dentro da legalidade, respeitando o rito do processo. Do outro lado, bradam que é sim um golpe engedredado para a tomada do poder. Enfim, é inegável a demonstração de força de um Congresso, nos fazendo supor que ruimos o presidencialismo e hoje vivemos um semi-parlamentarismo e sem sombra de dúvida abrimos um precedente perigoso. 

Fenaj vai denunciar ações contra jornalistas para OEA e ONU

Em fevereiro deste ano, o jornal “Gazeta do Povo” publicou uma série de reportagens afirmando que alguns juízes do Paraná haviam recebido “supersalários” e teve uma imensa repercussão. O que não se esperava era que os juízes movessem uma série de ações contra esses mesmos jornalistas, o que foi chamado pela Fenaj (Federal Nacional de Jornalistas) de assédio judicial e atentado à liberdade de imprensa. As ações somam R$ 1,3 milhão em pedidos de indenizações.